O radialista e assessor de comunicação social da Faculdade Espírita, Carlos de Oliveira não se considera da classe média. ‘‘Venho de família pobre e sempre estudei em escola pública’’, afirma.
Oliveira é também diretor executivo do Instituto Cultural e de Pesquisas Ilú Ayê Odara - tambor da terra bonita, na língua africana Iorubá. ‘‘Há uma nova geração de negros no Brasil que conseguiu avanços significativos em áreas profissionais que eram exclusivas de brancos, como Direito e Administração de Empresas, por exemplo’’, diz.
Em contrapartida, Oliveira analisa que a sociedade paranaense ainda tem que trabalhar muito a questão do preconceito. ‘‘Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os negros estão bem mais organizados e consequentemente conseguem avanços significantes’’, observa.

mockup