VERSOS DE SUCATA
É com amor e carinho
que começo a escrever
minha humilde homenagem
a quem eu não vi nascer
Curitiba meu torrão
moro no seu coração
e é lá que quero morrer
Lá no bairro do Portão
Ao lado do teminal
Muita curiosidade
Orgulho da capital
Tem uma lambrança eterna
Museu de arte moderna
Exposição artesanal
E como se não bastasse
Preste muita atenção
O fone 156 lhe dar toda informação
Seu sistema carregado
Para fornecer os dados
Com firmeza e precisão
Seu povo vive feliz
Até no jeito de andar
Toda coberta de verde
Lá se pode respirar
Tem lazer de norte a sul
Desde o Parque Iguaçu
Até o Parque Tanguá
Fonte: Livro Curitiba em Versos





