'Vem muito argentino também'
Valdete da Cunha Pereira tem muito que contar sobre a comunidade Santa Luzia. Mora ali "desde sempre" e garante que o lugar tem movimento na temporada e finais de semana. "Até no inverno", afirma. "O pessoal vem ali de Perequê, e vem muito argentino também", complementa. Os turistas chegam para comer nas "petisqueiras" e comprar produtos frescos nas várias peixarias. A estrela local é o camarão.
Nelinho, genro de Valdete, é grande referência da cidadezinha. Dono da Petisqueira do Nelinho e marqueteiro nato, o empresário de Santa Luzia é, com certeza, responsável por boa parte do fluxo de turistas que aportam no local.
Graças às placas que Nelinho colocou na BR-101 chega-se facilmente a Santa Luzia. São várias e muito convidativas. "Venha conhecer Santa Luzia", é um exemplo. As indicações estão no trevo de acesso a Porto Belo, e também no sentido Sul-Norte da rodovia, no sentido de quem saiu de Florianópolis e segue para Curitiba.
Outra forma de chegar a Santa Luzia - esta um pouco mais pitoresca - é fazer o caminho "por dentro", ao lado da baía. Nesse caso é preciso entrar em Tijucas, a cidade vizinha. Uma longa avenida sai da cidade e se transforma em estradinha para chegar a Santa Luzia. Por esse caminho, o turista vai cruzar as comunidades mais simples de Tijucas, a área industrial e fazendas. (B.M.)





