Uma escola de vida
Entre outras tarefas no gabinete, Alberto Nolli acompanhava reuniões, incumbido de levar o livro de atas a cada um dos participantes para que o assinassem e começou, assim, a aparecer em fotografias, às vezes próximo do reitor e de Acely. Progrediu e ao sair da Universidade, em 1979, era oficial de administração.
Gustavo Branco Júnior ficou no setor de comunicação, passou a arte-finalista, com Cleto de Assis na direção de arte, e à operação do sistema offset. Em menos de 10 anos, a evolução tecnológica foi rápida. Gustavo compartilha com Nolli a impressão de que tiveram, mesmo não frequentando um curso superior, uma escola de vida naquela fase da UEL, por tudo que lhes foi dado a presenciar, até os conflitos de cunho político. Enquanto lá permaneceram, acompanharam as gestões de três reitores.
Nolli passou pelo Colégio Marcelino Champagnat, Gustavo pelo Anchieta e juntos se formaram em eletrônica no Instituto Politécnico de Londrina (Ipolon). A seguir ingressaram, respectivamente, na Embratel e na Xerox.
Gustavo voltou à UEL para se graduar em Física,
depois lecionou Matemática (professor temporário) e assumiu o Núcleo de Processamento de Dados por um período. E voltaram,
os dois, a se reunir na
própria empresa, a DN Conectividade. (W.S.)





