A reitora Berenice Jordão diz que a UEL do futuro será mais desenvolvida em pesquisa e pós-graduação. A instituição já tem 45 mestrados e 21 doutorados. E, conforme os primeiros vão melhorando na avaliação do Ministério da Educação (MEC), vão sendo criados seus respectivos doutorados. "Já temos uma produção científica respeitada, mas seremos ainda mais fortes", prevê.

Ela lembra que a UEL foi a primeira instituição do País a oferecer residência não médica: a do curso de fisioterapia respiratória. "Temos potencial para crescer em pós-graduação em todas as áreas. Hoje temos cinco novas propostas de doutorado encaminhadas porque os cursos subiram na avaliação."

Daqui a duas décadas, a instituição também será maior em ensino a distância. Até hoje, formou apenas 3 mil estudantes nesta modalidade. Foram em cursos especiais voltados a professores que atuam na rede pública, mas não tinham formação em pedagogia. Agora, a Universidade vai se dedicar à implantação de outros. O primeiro deve ser o de ciência da computação, que está em fase de aprovação internamente. "Nós começamos tardiamente nesta área. O governo federal vem incentivando o ensino a distância como forma de fazer inclusão social."

Na opinião da reitora, nem todo curso pode ser a distância. E outros podem ser semipresenciais, com parte da carga horária na sala de aula e parte na internet. "Há muito espaço para crescermos. Nós temos regulamentação suficiente e maturidade para oferecermos ensino a distância com qualidade, que deve ser a maior preocupação.

A UEL também já tem aprovada internamente a criação de oito cursos de especialização a distância. (N.B.)

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