Turismo representa a redenção para Foz do Iguaçu
Miguel Sória, presidente da Foztur (orgão oficial de turismo do município de Foz do Iguaçu) também reconhece que a Folha tem papel fundamental no setor turístico da cidade, atividade que, em Foz, supera em importância a agropecuária, o comércio e a indústria. A Folha e o suplemento Folha da Amizade mostram que uma publicação pode obter sucesso quando tem uma missão bem definida, ressalta.
Sória considera que a principal missão do jornal, que deve continuar a ser cumprida, é a ajuda ao visitante com informações sobre a cidade e a atração de mais turistas com a divulgação dos novos investimentos e das possibilidades e as viabilidades do destino Foz do Iguaçu. Mas, o presidente da Foztur destaca que a imprensa pode, além disso, auxiliar o projeto do município e do governo do Estado de transformar Foz do Iguaçu em um ponto geográfico estratégico no Mercosul. São lutas políticas que incluem pressões sobre os governos estadual e federal para que se concretize o plano de criação de um megaentroncamento viário na região das Três Fronteiras, explica.Ney de SouzaPapelSória: missão bem definida garante sucesso
Unanimidade entre as lideranças de Foz, o filão do turismo de eventos é a aposta mais segura para a recuperação econômica da cidade a curto prazo. Para Sérgio Lobato Machado, 58 anos, a obra prioritária da cidade é a ampliação do Centro de Convenções que preside. É a chance da cidade abrigar megaeventos com mais frequência, justifica.
Obra inacabada desde 1990, o Centro de Convenções conta, atualmente, com uma área de 20 mil metros quadrados e um auditório improvisado para 1,2 mil pessoas. De acordo com Lobato, os R$ 7 milhões necessários para a ampliação seriam recuperados em poucos anos. Seria a redenção para a economia da cidade. Poderíamos abrigar dois ou três grandes eventos todos os meses, defende.
Machado lembra que a construção da ponte entre o Porto Meira, em Foz do Iguaçu, e Puerto Franco, no Paraguai, também é estratégica e mereceria uma campanha da Folha. Com o padrão ético, sua credibilidade e sua importância para o Paraná, a Folha pode contribuir para estas grandes questões da comunidade, afirma Hélio Teixeira, 48 anos, superintendente de Comunicação Social da Itaipu Binacional.
O leitor José Dionízio Canzi, 72 anos, há 10 como assinante da Folha, lembra que o jornal deve pensar também nos pequenos empresários da cidade. A imprensa para os pequenos do turismo é fundamental. A única divulgação nossa é a divulgação da cidade como um todo, explica Canzi, um funcionário aposentado da Receita Federal, que decidiu construir um hotel na área de sua chácara, nos limites do Parque Nacional do Iguaçu. Como é de outra praça, a Folha enxerga melhor os problemas de Foz do que outros jornais. Por isso, pode cobrar mais empenho dos órgãos oficiais ligados ao turismo e a outras atividades , explica o aposentado, leitor assíduo do caderno de Economia e do Folha Rural.





