Os amigos e a família do supermercadista Marlos Cassiano Kusma, 28 anos, sabem bem como agradá-lo. Basta presenteá-lo com qualquer coisa que tenha a estampa ou faça referência aos "Simpsons". "Tenho amigos que viajam para os Estados Unidos e, volta e meia, trazem algum presente dos personagens, até porque lá tem uma loja que só vende esses produtos. No ano passado, minha filha, Pietra, de 9 meses, ganhou um macacão amarelo igual ao da Meg, o bebê dos Simpsons", conta.
Ele ficou fã do desenho animado aos 10 anos, quando a televisão passou a exibir "Os Simpsons" no Brasil. "Tempos depois, meu pai fez assinatura de TV a cabo e aí eu assistia todos os dias. E, até hoje, eu acompanho o desenho diariamente", lembra Marlos, que tem uma coleção dos personagens em miniaturas, que fica no quarto dele. "No meu casamento, a gente entrou no salão com a música dos Simpsons como trilha", revela.
Além de um "monte" de camisetas estampadas com os personagens, Marlos tem uma série de DVDs, um exemplar da cerveja Duff (do Homer Simpson), uma pantufa, e um quadro com a imagem do desastrado "Homer", o personagem que mais gosta. "Adoro humor, e, desde criança, ‘Os Simpsons’ me fazem dar muitas risadas. As histórias são muito boas, o roteiro tem qualidade e os criadores conseguem inovar, sem perder as características do desenho. Agora a gente vê os personagens usando celular, navegando na internet", observa.
"Mas, apesar dessas inovações, o desenho é atemporal. Não é como a gente assistir hoje ao ‘Chaves’. As piadas são fáceis de entender, não importa se é um episódio de 1990 ou os exibidos hoje", compara Marlos, que, no futuro, pretende montar uma sala com um minicinema, em casa, que será decorada com "Os Simpsons". "A única coisa que não gosto no desenho é quando mudam os dubladores. Acho de péssimo gosto", critica ele.

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