O proprietário do Bar OTorto sustentava a vontade de possuir um orelhão de ficha no seu estabelecimento. Achou um para comprar por R$ 250,00. Preferiu não adquirir e encontrou outro orelhão em uma loja que estava fechada há 16 anos. Entre as frestas da parede "namorava" o objeto. Um dia descobriu que a dona do local era uma senhora de São Paulo. Entrou em contato com um arquiteto que possuía a chave da loja e ganhou de presente o famoso orelhão vermelho de ficha, que hoje só existe no imaginário dos adultos.

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