Trato aprimorado com a casa acaba virando uma fixação
São Paulo - A mania de arrumação normalmente vem acompanhada por outra: a de limpeza. A professora de inglês e português, Maria Cristina Bitar Gouvea, de 40 anos, reconhece que possui pequenas manias, entre elas a de limpar.
Bitar capricha nos produtos de limpeza e no esfrega-esfrega pela casa na zona norte de São Paulo, onde mora há três anos. ''Quando recebo alguém em casa, a visita sai por uma porta e o pano de mesa sai por outra rumo ao tanque. Depois trato de limpar o chão da sala, escovo até com uma vassourinha''.
Em seguida, continua ela: ''passo pano úmido com um produto concentrado e depois outro com o mesmo produto, porém mais diluído. E não é só na sala que limpo assim. O banheiro, por exemplo, eu não apenas lavo o cômodo. Tenho é que lavar 'tudo', do azulejo a todas as peças sanitárias. E lavo o banheiro dessa forma em qualquer circunstância. Só para se ter uma idéia, até mesmo com a perna engessada já lavei desse jeito'', conta a professora.
O trato aprimorado com a casa, Bitar intensificou após ter se casado há três anos. Mas, em compensação, uma outra mania vem sendo aplacada com o passar do tempo: roer unhas. ''Rôo as unhas desde uns 4 anos. Já cheguei até a ficar com o dedo infeccionado. Mas, hoje, tem um nível que não passo: basta sentir uma dorzinha, começar a formigar a mão e eu paro. Outra, eu também evito porque penso que não seja um bom exemplo para os meus alunos.'' (D.I./A.E.)





