1 - Country: Também chamado de sertanejo universitário, o "movimento" transcende classes sociais. Há casas do gênero tanto no Batel quanto nos bairros mais afastados - uma prova de que, lá no fundo, o curitibano tem um quê de caipira.
2 - Vileiros: Versão local dos manos paulistanos, só ganharam destaque na imprensa quando passaram a ser barrados nos shoppings centers. Mas estão por aí faz tempo, e a tendência é que apareçam ainda mais nos próximos anos. É a periferia no comando, tá ligado?
3 - Classic Rock: Não importa se é metal, hard ou progressivo. Para os roqueiros xiitas, o que vale é o tempo de estrada. Quanto mais velha a banda, melhor. São eles que lotam os shows de dinossauros como Nazareth e Deep Purple (e choram porque o Scorpions só vai tocar em Ponta Grossa).
4 - Ravers: Sem muito alarde, as festas ao ar livre continuam firmes e fortes no entorno da cidade. Verdadeiros parques de diversão para os sentidos, atraem principalmente os fãs do trance psicodélico, a subtribo mais riponga do mundinho eletrônico.
5 - Reggae: Entra ano, sai ano, e a turma de inspiração jamaicana nunca sai de moda por estas bandas. Imagine então se houvesse uma praia logo ali em São José dos Pinhais? Mesmo longe da maresia (no sentido literal, claro), os branquelos de Jah não perdem a fé.

* Semana que vem: As menores tribos de Curitiba!

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