Terceirização de serviços movimenta iniciativas locais
Para preparar refeições para uma empresa do porte da Beta-Sul são necessários cerca de 30 funcionários. O cálculo é da sócia-proprietária da Apetit Refeições Coletivas, Márcia Manfrin, uma das interessadas em tornar-se fornecedora das novas indústrias. Para atender uma fábrica do tamanho da Dixie, a empresária calcula que seria preciso contratar nove pessoas.
Márcia conta que o departamento comercial da Apetit também já entrou em contato com as duas indústrias. Queremos aumentar nossa fatia no mercado em todo o País. Para isso, estamos participando de um programa de qualidade.
Com sede em Londrina e filiais em oito cidades, a Apetit Refeições Coletivas atende 22 indústrias, preparando 7 mil refeições por dia. Temos 96 funcionários e, a cada contrato fechado, contratamos mais pessoal, diz Márcia. Segundo ela, a empresa terá que aumentar sua capacidade em 35% no próximo ano, quando entram em vigor alguns novos contratos. O salário médio dos trabalhadores é de R$ 350.
O setor de segurança requer um número menor de funcionários, segundo Romildo Inácio da Silva, encarregado operacional da Sentinela Vigilância. São necessários cerca de 13 vigilantes em uma empresa como a Beta-Sul e cerca de oito em uma empresa do tamanho da Dixie Toga, calcula. Ele diz já ter feito contato com a Dixie para participar da licitação que escolherá a empresa de segurança que vai prestar serviço à indústria. A Sentinela tem 120 funcionários, atendendo atualmente 20 clientes. Segundo ele, o piso salarial de um vigilante é de R$ 435.





