Os olhos são de um verde-azulado, ou azul-esverdeado - conforme o dia e a luz - capazes de hipnotizar o interlocutor. Não somente pela cor e intensidade, mas também pela clareza de ideias que vêm junto. Um nariz maior do que o "ideal" do padrão de beleza, o formato quadrado do rosto e a pele longe da perfeição das revistas femininas completam o quadro. O visual de Mariana Sanchez traduz vivacidade e inteligência. "É assim que me sinto bonita. De dentro para fora", diz a jornalista de 28 anos.
Mariana é casada com fotógrafo e está acostumada a ser clicada a qualquer momento. "Quando ele percebe uma luz boa, diferente, pega a câmera. Nem interessa se estou desarrumada, lendo na cama, ou andando na rua. É assim mesmo", simplifica a moça.
A jornalista traz uma mistura interessante das etnias alemã, italiana e espanhola dos antepassados.
Mariana garante que não usa nada para se embelezar - nem batom. Cremes, começou a utilizar faz pouco tempo. "Porque tenho a pele seca e a dermatologista mandou", ri.
Vaidade, ela assume apenas uma: os cabelos. "Já pintei e cortei de tudo quanto é jeito. Tenho vontade é de ter cabelo branco, acho lindo, mas a minha vó de quase 80 anos não tem nem um fio prateado, acho que não vou ter também", lamenta. (B.M.)

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