Temas humanos conquistaram muitos prêmios
Em 1990, o então secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Paraná, Paulo Roberto Pereira de Souza, ao entregar o Prêmio Paraná de Jornalismo Científico, elogiou o espaço que a Folha dedicara ao assunto. O prêmio foi entregue aos jornalistas Liliana Lavoratti (que trabalhara na então Sucursal de Curitiba), Sandra Zambudio (da Embrapa) e João Arruda, da Folha. Arruda ficou com o terceiro lugar com os trabalhos Sequelas do Descaso e Uma Usina de Erros.
A reportagem Trabalhadores do Carvão - A Luta pela Vida no MS, de Luiz Taques e Edson Silva, colaboradores da Folha em Campo Grande (MS), foi vencedora do Prêmio Wladimir Herzog de Direitos Humanos, categoria Jornalismo Impresso, em 1991. O prêmio, uma promoção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Comissão Justiça e Paz da Arquidiciose de São Paulo e família Herzog, teve 66 trabalhos enviados por profissionais de todo o Brasil. Os vencedores percorreram mais de 300 quilômetros para finalizar o trabalho.Março, 1984Rose, João, Walmir Grein, Walmor e outros colegas cercam Carlos Arruda que recebe notícia de prêmio na Redação
Em maio de 1993, o jornalista João Arruda recebeu o título de Cavalheiro, concedido pelo Centro Cultural Brasileiro de Pesquisa e Estudos Sociais, em reconhecimento pela série de reportagens Repressão, de sua autoria, publicada no Caderno 2, hoje Folha Dois.
A Folha também conquistou o primeiro e o segundo prêmios do 1º Concurso de Reportagem promovido pela Ferroeste em 1995. O primeiro lugar ficou com a reportagem Ferroeste Estimula Novos Investimentos, do jornalista Hudson José, na época trabalhando na regional de Curitiba. Hudson ganhou também, no mesmo ano, prêmio de jornalismo das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
No concurso da Ferroeste, o segundo lugar ficou para o repórter da sucursal de Cascavel, Paulo Roberto Pegoraro, com a matéria Produção do Paraná Entra nos Trilhos. Foi um ano de prêmios para Pegoraro. No mesmo mês (outubro de 1995) ele conquistou o primeiro lugar com a reportagem Produtividade, o Lucro da Terra, no Prêmio Nacional Embrapa de Reportagem 95. A matéria trazia a experiência de agricultores que adotaram tecnologias que permitiram colher boa produtividade naquela safra.
Com uma foto sobre crianças de rua, retratando a vida de menores abandonados, o fotógrafo Josoé de Carvalho conquistou o primeiro lugar das menções horosas do Prêmio União Cristã Brasileira de Comunicação, em novembro de 1993. O tema do concurso era Direitos Humanos. (C.B.)





