Setores com necessidades em comum
Uma empresa de fundações interessada em mecanizar processos e uma empresa incubada disposta a apresentar novas soluções na área de automação. Estes são apenas dois cenários que poderão ser encontrados durante a rodada de negócios da Feira Eletromecânica e Construção Civil, favorecendo a união de interesses de compradores e fornecedores. Este ano, as empresas Aesa, Abussafe, Plaenge, Politécnica, Quadra, Tekenge e Vectra se inscreveram para ouvir as propostas das empresas fornecedoras.
A Droidtech é uma empresa nova, pré-incubada na Agência de Inovação Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (Aintec). Faz apenas um ano e dois meses que está no mercado, e vai participar pela primeira vez da rodada de negócios justamente para apresentar suas soluções, duas em especial: um software de automação industrial com acesso remoto, e um software de eficiência energética para grandes construções.
O software de automação industrial com acesso remoto permite ao gestor da empresa monitorar a produção da sua empresa à distância, inclusive a partir de dispositivos móveis. A aplicação de eficiência energética possibilita avaliar o consumo de energia e gerar economia de 30% a 40%. ''Vamos participar da feira para mostrar nosso trabalho, que tipo de equipamento e software conseguimos fazer e qual a aplicação técnica'', diz Leandro Martinelli, diretor técnico da Droidtech.
A empresa de fundações Politécnica também participa pela primeira vez da rodada no papel de comprador. A sócia-diretora, Rebeca Ribas César, afirma que a empresa está disposta a fechar negócios se encontrar por lá o que precisa. ''A tendência do mercado hoje é resolver fundações de forma mecanizada. A intenção é conhecer fornecedores ligados a equipamentos mecânicos e hidráulicos.'' A maior parte dos fornecedores da empresa, ela observa, estão em Estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, o que dificulta o relacionamento quando o assunto é manutenção.(M.F.C.)





