Ser bonito dá trabalho e custa caro
PUBLICAÇÃO
sábado, 16 de outubro de 2010
Elaine Souza<br>Reportagem Local 
Ter um corpo que agrada, uma pele bem tratada, estar em dia com a beleza. É o que todo mundo quer e que, certamente, tem um custo. Estar de bem com a balança e o espelho requer cuidados que podem consumir horas e uma significante parcela dos rendimentos dos mais vaidosos.
Aliar exercício físico a uma boa alimentação é o mais recomendado para quem busca curvas mais satisfatórias e uma saúde zero quilômetro. Porém, a cirurgia plástica também é opção para os casos mais complicados. Os bisturis aumentam e diminuem seios, tiram gordura, preenchem lábios, reparam orelhas, refazem narizes. Isso sem falar na crescente disseminação de aparelhos que recheiam as clínicas de estética.
Nascer bonito é uma questão de genética, mas tornar-se alvo de olhares de admiração e cobiça é possível com determinação e objetivos traçados. Gastando o equivalente a R$ 500 por mês, a arquiteta e empresária Nadja Garcia, 33 anos, revolucionou suas medidas com treinos intensivos e uma alimentação saudável.
A londrinense que reside em Santa Catarina está no time das mulheres que, sem a mínima preocupação, desfila seu corpão pelas praias em biquínis. Na adolescência, aos 16 anos, ganhei 14 quilos. Depois comecei progressivamente a recuperar meu peso normal por meio de exercícios na academia. Quando entrei na faculdade decidi intensificar os treinos, conta.
Frequentando a academia quatro vezes por semana e alternando seu treino com corridas ao ar livre, Nadja, que fez uma lipoaspiração há 10 anos e tem próteses de silicone nos seios, credita sua beleza a três fatores. É possível gastar rios de dinheiro, mas aprendi que o que funciona mesmo é concentrar na tríade dieta, treino e descanso.


