Segurança em sigilo
No Estatuto de Museus consta que cada espaço museológico deve dispor de um programa de segurança periodicamente testado. Além disso, o programa e as regras de segurança de cada museu têm natureza confidencial. É isso que é realizado no Museu Oscar Niemeyer (MON).
O sargento Palminor Rodrigues Ferreira Júnior, coordenador de segurança do MON, não divulga o número de guardas que trabalham no museu, mas diz que é um número razoável e atende as necessidades dos espaços. Todos os ambientes são monitorados por agentes físicos e sistema eletrônico de vigilância com infra-vermelho de presença.
Nos quatro anos que trabalha no MON, Ferreira Júnior nunca teve problema com furtos de obras. ''Algumas vezes, ocorre o dano de um material por conta da desatenção dos visitantes. Mas, identificamos o infrator e, caso seja necessário, acionamos o seguro ou transferimos para o restauro'', conta ele.
A violação do dever de sigilo sobre o programa de segurança ou das regras de segurança constitui infração disciplinar grave. Isso inclui os contratos realizados com empresas privadas de segurança.(D.C.)





