Reurbanização começou a ser desenhada em 1940
Reurbanização começou
a ser desenhada em 1940
A Curitiba de agora começou a ser desenhada na década de 40, quando a empresa paulista Coimbra Bueno & Cia encomendou ao arquiteto francês Alfred Agache um plano urbanístico para disciplinar a ocupação do solo. Bem lá atrás , no século XVII, a região do planalto curitibano era ocupada por diferentes povos indígenas guaranis, caingangues e xokleng afugentados do habitat por portuguêses, a partir das primeiras entradas que atravessaram a Serra do Mar para caçar índios e procurar ouro. A fixação de portugueses se dá em 1649.
No século seguinte, a já batizada oficialmente Curitiba cujas versões para o nome são polêmicas ainda os campos da cidade abrigam povoações geradas no surto do tropeirismo da linha entre Viamão (RS) e Sorocada (SP).
O século seguinte é marcado pela ocupação por imigrantes europeus, primeiro os alemães, depois italianos, até a explosão demográfica do início deste século, com a chegada de 55 mil imigrantes poloneses, que triplicaram o número de habitantes.
Calcada na exploração de produtos naturais, principalmente a erva-mate, depois a madeira, a economia de Curitiba andou lenta até meados deste século, quando o surto cafeeiro do Norte do Paraná proporcionou à Capital do Estado capitalizar investimentos do poder central.
Nos anos 60, o processo de industrialização se solidifica, o plano diretor da cidade ganha nova dimensão a partir de estudos do urbanista Jorge Vilhem, e nos anos 70, já com Jaime Lerner em primeiro mandato de prefeito, a cidade se estrutura no sistema viário e passa a um processo evolutivo de aperfeiçoamento do transporte urbano. Nessa década surge a Cidade Industrial base do redirecionamento de agora, da instalação do segundo pólo automotivo do País nos municípios da região.





