Em Santa Felicidade foi criada a primeira RPPNM da cidade. Com 8 mil metros quadrados, a propriedade da família do estudante Ricardo Borges dos Reis virou uma reserva com o intuito de resgatar a preservação ambiental no bairro. A ideia inicial era transformar o espaço em um condomínio, mas como a família tinha o intuito de manter a vegetação original da propriedade, resolveu criar o projeto para outro espaço. Eles já transferiram o potencial construtivo para outro terreno. "Transformar o terreno em uma RPPNM é algo que tem retorno duplo. Além dessa transferência, é possível aproveitar o marketing ecológico caso alguma empresa tenha interesse em cuidar da área", explica Borges dos Reis.
Segundo o estudante, o retorno financeiro não é de 100% no valor do terreno. A transferência do potencial construtivo gira em torno de 60% o valor da propriedade. Mas, além de cumprir o papel na sociedade e contribuir com um projeto de responsabilidade social, é possível transformar uma RPPNM em algo de forte marketing empresarial. (D.C.)

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