No resertório Arujá, em São José dos Pinhais, o último a ser construído, foi empregada uma tecnologia inédita no Brasil. O tanque com 40 metros de diâmetro pode armazenar 10 milhões de litros de água tratada é formado por chapas pré-moldadas de aço vitrificado.
Entre as vantagens sobre os reservatórios tradicionais de concreto armado estão o menor custo de manutenção e a resistência à corrosão. ''Ele não sofre a ação do cloro e de outros elementos que utilizamos para purificar a água'', justifica o diretor de investimentos da Sanepar, Heitor Wallace.
A tecnologia foi criada na Inglaterra, onde é usada para o armazenamento de cereais. Os Emirados Árabes foram os primeiros a adaptar o tanque para a reserva de água potável. Os outros seis reservatórios que integram o sistema Miringuava foram construídos em concreto armado porque o projeto havia sido aprovado anteriormente.
O rio Miringuava nasce na Serra do Mar e corta São José dos Pinhais. A água tem poucos sedimentos e a qualidade está classificada acima da média. A maior parte do rio encontra-se em área de preservação ambiental e no pequeno trecho em que sai dessa área é utilizado apenas por pequenos agricultores. (D.R.)

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