Pegada Ecológica
O Programa Água Brasil, junto com o WWF-Brasil e a GFN, lança uma novidade: a calculadora segmentada da Pegada Ecológica brasileira, que vai apresentar um cálculo que considera hábitos de consumo no país. A calculadora é dividida em cinco categorias: alimentação, moradia, bens, serviço, tabaco e transporte. Ao responder ao questionário, a ferramenta traz resultados com gráficos comparativos com a média da pegada global e brasileira, divididos por cada um dos segmentos, para que a pessoa possa entender em qual deles seu impacto é maior. Ao final, a calculadora ainda faz uma avaliação dos hábitos de consumo e dá dicas sobre como mitigar este impacto. A calculadora da Pegada Ecológica brasileira já está disponível pelo www.pegadaecologica.eco.br

Clima
O Observatório do Clima, uma rede de 37 entidades brasileiras voltadas para a discussão das mudanças climáticas no país e no mundo, apresentou no início do mês uma proposta para a sociedade civil participar do esforço pela redução na emissão de gases de efeito estufa no Brasil. Pelo documento, o país deve limitar as emissões a 1 bilhão de toneladas de dióxido de carbono equivalente em 2030, uma redução de 35% em relação aos níveis de 2010. Especialistas garantem que investimentos na recuperação de pastagens degradadas e na expansão da agricultura de baixo carbono, por exemplo, podem criar cadeias produtivas que vão gerar novos empregos e trazer, inclusive, ganhos para a economia.

Concessões florestais
Em agosto, o Governo Federal anunciou para 2016, a liberação de 2,11 milhões de hectares para concessões florestais. A concessão florestal é um contrato administrativo pelo qual o poder público autoriza um particular – uma empresa, por exemplo – a explorar os recursos existentes em florestas públicas brasileiras. Entre as vantagens deste modelo, estão a preservação da floresta e dos serviços que ela oferece – como armazenamento de água e regulação do clima –, mas também o apoio à estruturação e gestão das Unidades de Conservação; a regularização fundiária; e a maior presença do Estado na região. Além disso, o sistema promove diálogo entre o poder público e a iniciativa privada, dá suporte às cadeias produtivas florestais e possibilita a exploração racional dos recursos da floresta.

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