Os agricultores formam uma das classes mais prejudicadas pelo pedágio. O prejuízo é ainda maior para quem produz perto das praças de cobrança. Em Floresta, o caminhoneiro Márcio Martins, 26 anos, é responsável pelo transporte da produção do campo para a cidade, onde as cargas são repassadas para os fretistas. Nas cinco viagens diárias até o centro de distribuição, o custo é de R$ 280,00. O reflexo, claro, é aumento no preço do produto. Em Alto Paraná, o lavrador Manoel Alves do Amaral (foto), 60, acompanhou de perto as mudanças na Rodovia BR-376, desde os tempos da estrada de terra. Exceção, Amaral considera que o preço do pedágio está ‘‘bom.’’ Mas adverte: ‘‘Só não pode é subir.’’

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