Quatro Barras
está resgatando
trabalhadores
Mão-de-obra que só encontrava
colocação em Curitiba está voltando
por causa das indústrias de autopeças
Guilherme Pupo
Albari RosaFábrica da Copo: empregos garantidos desde a base da construção e na sequência, quando a indústria começar a funcionar a todo vapor O tradicional título de ‘‘cidade dormitório’’ já está deixando de combinar com Quatro Barras (RM de Curitiba). Depois de receber indústrias fornecedoras do setor automotivo (como as estrangeiras Bollhoff, Copo, Bertrand Faure e TrSves), a cidade começa a despertar e demonstra sinais de crescimento e mudança no perfil econômico.
‘‘Já estamos precisando até de semáforo’’, brinca o secretário de Indústria, Comércio e Turismo do município, Celso Egidio Lopes. Ele diz que cerca de 40% da população economicamente ativa (o município conta atualmente com 16 mil habitantes) sempre trabalhou em Curitiba, mas observa que o surto de desenvolvimento está fazendo com que a mão-de-obra básica comece a retornar.
‘‘Ainda estamos na fase inicial da industrialização, mas pedreiros, carpinteiros e até profissionais da área do comércio, como balconistas, já estão trabalhando na cidade’’, diz.

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