Pulou a cerca em busca de aventura
Kraw Penas#145;Não é aqui que eles traem as esposas, afirma a proprietária do singles bar Café Diveras, Vera GurgelA infidelidade pode brotar até em relacionamentos que pareciam sólidos. Foi assim com o engenheiro R.M., 26 anos. Namorando há seis anos e meio - período no qual foi totalmente fiel - terminou tudo depois de uma pulada de cerca. Eu gostava, e ainda gosto, da minha noiva. O que aconteceu é que me toquei que a vida é curta e, se aparecesse uma oportunidade de experimentar o novo, não deixaria passar, lembra. Pintou um clima com uma colega de trabalho e deixei aflorar meu instinto de predador. O gostinho da conquista é muito bom. Ele passou a sair com a outra e durante um mês levou esta vida dupla.
Kraw PenasA paulista S.T., 25 anos, tem namorado e trabalha em Curitiba como garota de programa: não considero uma traiçãoChegou uma hora que não aguentei mais mentir e acabei o namoro pois vi que um relacionamento sério era imcompatível com aquilo que eu sentia no momento: a vontade de conquistar, prossegue R.M.
Acho que a infidelidade é genética: já desde os tempos das cavernas os homens tinham o instinto de espalhar seus genes com o maior número possível de fêmeas, enquanto as mulheres, pela limitação da gestação, escolhiam melhor seus parceiros. Ao contrário de R.M., o profissional liberal L.M., 29 anos, não encontrou dificuldades para
Para o engenheiro R.M., 25 anos, que traiu a namorada, a infide administrar a infidelidade. Namorando há cinco anos, há dois mantém o que chama de um relacionamento paralelo. Gosto da minha namorada, mas também gosto de aproveitar a vida. Conciliar as duas dá muita dor de cabeça, mas não resisto.





