Programas bloqueiam páginas
Um trabalho da Cyber Angels (www.cyberangels.org), uma organização que reúne mais de mil usuários em 32 países e atua como supervisora de crimes na rede, ensina como crianças e adolescentes devem se comportar na Internet. Por exemplo, eles nunca devem passar informações pessoais, como endereço, número de telefone ou o nome e a localização de sua escola, sem autorização dos seus pais. Também a Safe Kids (www.safekids.com) e a Child Safe (www.childsafe.com) têm conexões com sites que tratam de temas de interesse do público infanto-juvenil.
Os pais que estão preocupados com o acesso dos filhos a imagens pornográficas, conversas obscenas on line e fórmulas para fabricação de bombas podem controlar o tempo que as crianças e adolescentes passam navegando, assim como o conteúdo dos sites. Basta instalar um software de proteção.
O programa Cyber Patrol (www.microsys.com/cyber), por exemplo, permite aos pais escolherem vários temas para navegação. Já o Intergo (www.intergo.com) orienta o acesso a enciclopédias e textos para pesquisa, bloqueando sites não escolhidos previamente. E o Net Shepherd (www.shepherd.net) só permite acesso ao material designado pelo responsável. Há outros, como o Cybersitter (www.solidoak.com), o Lybrary Safe (www.lybrarysafe.com), o Net Nanny (www.netnanny.com) e o Surf Control (www.surfcontrol.com).





