Curitiba - Historicamente, as jóias sempre foram objetos cobiçados pela humanidade. Hoje, atingem segmentos mais populares como a classe C. Mas esta camada da população ainda acaba comprando só os produtos mais acessíveis. A H.Stern, por exemplo, tem peças com valores desde R$ 250 como brincos, berloques e medalhas e algumas que podem chegar a até R$ 1 milhão. Para o embaixador da H.Stern, Christian Hallot, os produtos de luxo são itens de exceção. ''Luxo não é ostentação. É qualidade, manufatura, durabilidade e bom design'', disse.
Apesar de a maior parte do público da marca ser de classe A, ele acredita que houve uma democratização do mercado de jóias por conta do crescimento da informação, da globalização e aumento da renda do brasileiro. Hoje, a marca tem clientes de classe C que compram alianças nas lojas da rede. ''Temos clientes que vêm todos os dias na loja comprar ou apenas para tomar um café e outros que compram duas a três vezes por ano'', disse. (A.B.)

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