Os planos da Renault para a fábrica de São José dos Pinhais indicam uma produção inicial de 30 mil veículos já em 1998. No segundo ano de atividade, em 1999, a empresa pretendia chegar à produção anual de 120 mil veículos, mas o diretor-presidente Louis Schweitzer já antecipou que a produção em 99 deverá ser de 200 mil unidades. Junto com a evolução da produção, a montadora francesa também quer diversificar os modelos que colocará no mercado. Depois do Mégane, o primeiro modelo que sairá da sua linha de montagem, a Renault quer produzir no Brasil o Clio, um modelo pequeno para concorrer na versão popular.
Quando iniciar sua produção no Brasil, a Renault já terá formada uma ‘‘família’’ dos modelos Mégane. Lançado no início de 95, o Mégane é produzido na versão de dois volumes, tipo ‘‘hatch’’, com traços e formas que lembram o Kadett. Já no ano passado a linha foi incorporada com uma carroceria de três volumes, com porta-malas independente, e a versão ‘‘station-wagon’’, modelos tipo peruas, como a Parati e a Ipanema.
Em 97 outra versão chegou ao consumidor, o modelo conversível, fechando o leque de opções da ‘‘família’’ Mégane, que tem como principal objetivo substituir a linha atual do R-19, campeão de vendas da marca no Brasil.

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