Há dois anos, o aposentado José Pilla, 70 anos, também passou pelo processo dos 21 dias, mas voltou a se alimentar logo depois. ''Voltar a comer foi uma opção, mas hoje, tanto eu quanto minha família, temos uma alimentação mais regulada. Você aprende a se alimentar depois do processo e percebe que não precisa comer tanto''.
O objetivo do processo para ele, foi a ''iluminação''. ''Vejo o mundo de forma diferente. Sei que podemos viver sem o alimento, o que seria a solução para os bolsões da ignorância de pessoas que se entopem de comida''. Para ele o mundo vive ''envenenado, intoxicado'' com tanta comida.
Outro adepto é Guilherme (nome fictício), vegetariano há 17 anos e que buscou nos 21 dias de jejum, a cura para um tumor cancerígeno no estômago. A doença foi descoberta há mais de sete anos e segundo Guilherme, ''clinicamente, não existe mais''. ''Apesar disso, ainda sinto muitas dores''. Sem fazer tratamento alopático, utilizando apenas a medicina alternativa, Guilherme acredita que poderá vencer o câncer. (M.O.)

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