O verdadeiro assassino ou uma pessoa com distúrbios mentais que queria apenas ganhar publicidade com a gigantesca repercussão que teve o assassinato de Amanda Rossi? Única pessoa a ser presa e apresentada formalmente como suspeita de envolvimento no crime até o momento, o dançarino de hip hop e morador de São Carlos (SP), Luan da Silva Freitas, 18 anos, foi solto no final de fevereiro, sem que ficasse comprovada sua culpa.
Freitas foi preso no final de dezembro, após a Polícia Civil ter recebido informações por e-mail de que ele poderia estar envolvido com a morte da estudante. Ele foi trazido para Londrina e negou participação no crime.
No entanto, pouco antes de ser solto, Freitas teria escrito uma carta onde afirmava ter sido contratado por duas estudantes da Unopar, pelo valor de R$ 1,6 mil, para matar Amanda. A mandante do crime seria uma professora da instituição. O advogado dele, Marcelo Graciano, creditou estas diferentes versões ''à pouca idade'' do cliente.
O jovem foi solto e a polícia pediu que fosse submetido a um exame de sanidade mental. Segundo o chefe-administrativo do Instituto Médico Legal (IML), Fernando Piccinin, a conclusão do laudo ainda depende de documentação pedida às autoridades paulistas.
''Faltam depoimentos de familiares do rapaz. Eles já foram intimados duas vezes, mas não compareceram. Aguardamos ainda relatórios de atendimentos psicológicos pelos quais ele já passou no Estado de São Paulo'', finalizou. (L.A. e W.S.)

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