Primeiro elevador foi criado em Roma
Eles são usados para ajudar nos problemas dos livros de Física, já serviram de inspiração para uma música da cantora Ana Carolina e transportam, todos os dias, milhões de pessoas e toneladas de cargas em todo o mundo. ''Eu não consigo imaginar minha vida sem o elevador'', opina a estudante Marta Toledo.
O primeiro equipamento, criado em Roma, no século I a.C., por um engenheiro chamado Vitrúvio, era bem diferente dos modelos eletrônicos que hoje transportam a estudante. Baseava-se em um sistema de roldanas movidas por força animal, da água ou humana, na qual eram empregadas muitas vezes escravos. Em 1853, o americano Elisha Graves Otis criou um dispositivo de segurança, que entrava em ação no caso dos cabos se romperem.
Apenas em 1889 surgiram os primeiros elevadores com acionamento elétrico. Atualmente, os motores com engrenagens fornecem a potência necessária para a maioria dos elevadores com velocidades de 122 a 152 metros por minuto. Os modelos sem engrenagens podem alcançar velocidades de até 600 metros por minuto. Geralmente são encontrados em edifícios de escritórios que têm mais de 10 andares e em prédios de apartamentos de mais de 30 andares.
De modo geral, um elevador é dividido em cinco partes: casa de máquinas, onde são instalados os equipamentos de tração; cabina, para transporte de cargas e pessoas; contra-peso, que permite um transporte parcialmente balanceado, utilizando menos energia na operação; caixa de corrida, nome dado ao local onde a cabina se desloca; e o poço, onde ficam instalados dispositivos de segurança para proteção de limite de percurso do elevador. ''A gente usa e nem sabe como funciona né. Mas é uma engenhoca muito bem feita'', brinca a estudante Marta. (M.M.)





