O primeiro modelo de padronização para as bancas de jornais e revistas de Curitiba foi implantado em 1970. Neste projeto, as bancas eram feitas inteiramente de acrílico. Seu teto era coberto por domos, estruturas arredondadas que faziam parte do padrão do mobiliário urbano da Capital naquela época. No início estes domos tinham a cor violeta, até que foram sendo substituídos por domos brancos, ainda bastante frequentes na cidade.
No início dos anos 1980 houve uma troca de material. Como o acrílico se deformava e rachava pela ação do calor e do tempo, ele foi trocado pela fibra de vidro, por ser mais resistente. Em 2000 foi posto em prática um outro modelo de bancas com laterais de vidro, mantendo os domos de fibra de vidro na área superior. O novo modelo, que consta do decreto recente, é feito de chapas galvanizadas, com vidro temperado nos painéis destinados a publicidade.
Segundo a assessoria de imprensa do Ippuc, responsável pelo desenvolvimento dos projetos, o atual modelo foi aprovado após muitas reuniões com os jornaleiros, que apontavam problemas e sugeriam mudanças para uma banca mais adequada ao cotidiano de trabalho. ''Esta banca é mais segura, tem entrada ampla e uma porta que pode ser fechada com facilidade. A classe dos jornaleiros foi bastante ouvida e participou de todo o processo'', informou a assessoria do Ippuc. (R.J.D.)

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