'Pretendo ter uma grande carteira de clientes'
Vendedora de uma loja de decorações por mais de cinco anos, Maria de Fátima Francisquini, começou a se interessar pelo mercado imobiliário quando realizava atendimentos em domicílio. ''Trabalhava no ramo cortina e fazia muitas visitas. Percebi que gostava de estar naquele ambiente das casas, dos condomínios'', conta.
Atenta ao dinamismo do mercado, decidiu, então, fazer um curso para aprender como funcionava o ramo imobiliário e a profissão de corretor de imóveis. ''Durante o curso aprendi formas de negociação, ética nas vendas e nos fechamentos, além de outros temas relacionados.'' Antes mesmo de se formar, um professor a convidou para trabalhar em sua imobiliária. ''Foi quando entrei de cabeça na profissão.''
A passagem por lá foi rápida, mas o bastante para que se destacasse e recebesse outro convite. Dessa vez, para trabalhar em uma grande imobiliária de Londrina, onde já está há seis anos. ''Acredito que quase 80% dos corretores de lá sejam mulheres. Não sinto preconceito; vários clientes, inclusive, ligam e pedem para serem atendidos por mulher.'' O motivo ela atribui ao fato de que, no geral, são mais detalhistas e carismáticas.
Apesar da carreira recente, Fátima está satisfeita com a escolha e já comemora os frutos do trabaho. ''Tinha carro e casa financiados. Agora, tudo está quitado. Pretendo crescer ainda mais e chegar a ter uma carteira grande de clientes'', declara. (M.T.)





