Presença tem caráter disciplinador
''Nossa maior preocupação é com as crianças e adolescentes. Ficamos atentos para que não haja acidentes, principalmente no tobogã, um equipamento que representa o maior perigo na piscina'', afirma Lourival Araújo. Vigilante e bombeiro voluntário, ele foi contratado neste mês de outubro para atuar no clube Curitibano até o fim do verão. ''É um dinheiro extra'', comemora Araújo.
Segundo ele, sua função e a dos colegas, além de evitar afogamentos, tem caráter disciplinador. ''O fato de estarmos circulando pelo local, inibe o pessoal que quer causar confusão'', comenta Araújo.
Entretanto, essa iniciativa nem sempre encontra respaldo na atitude dos responsáveis por crianças e adolescentes. ''Infelizmente, há casos em que os pais ainda reclamam com a gente quando chamamos a atenção de algum jovem que está fazendo algo errado ou perigoso. Isso é o mais complicado do trabalho'', lamenta Everson Roberto Valenga, outro que está acostumado a passar os verões
''de olho'' nos banhistas.
Para atuar como salva-vidas, além de ser maior de 18 anos é preciso obter diversos certificados. ''Além do Corpo de Bombeiros, academias particulares também estão aptas a oferecer cursos como o de socorrista e de salvamento aquático'', esclarece Márcio Cristiano Noriller, que é vigilante, bombeiro civil, e formou-se em uma dessas academias. (L.X)
Serviço
- Quem não encontrar um salva-vidas na piscina do clube que frequenta, deve reclamar à Prefeitura Municipal de Curitiba pelo número 156.





