A Prefeitura de Curitiba, por meio da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), está reassentando as famílias que vivem atualmente no conjunto de vilas denominado ''bolsão Audi/União''. A área foi formada através de ocupações irregulares que tiveram início em 1998. Hoje, os moradores do Bolsão sofrem com o perigo de alagamentos e com a falta de infra-estrutura e saneamento.
Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, caminhões do município vêm trabalhando na construção de dois diques para impedir as cheias do rio Iguaçu numa extensão de 2,5 quilômetros. Também será construído um aterro de 153 mil metros quadrados onde serão construídas 558 casas para onde serão relocadas cerca de 3 mil famílias que hoje vivem em condições inadequadas na área do bolsão.
A Cohab calcula que para a construção dos diques e do aterro serão necessários 453 mil metros cúbicos de terra, o que equivale a 37.500 caminhões basculantes. ''A obras que estamos executando no bolsão Audi/União tem números muito expressivos, porque se trata de uma área extensa que concentra uma grande população - mais de 10 mil pessoas. A intervenção significava um desafio para o município'', diz o presidente da Cohab, Mounir Chaowiche, por meio da assessoria de imprensa. O custo das intervenções no bolsão é de R$ 11,6 milhões e será financiado com recursos da prefeitura e do Ministério das Cidades.

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