Crianças e adolescentes tiveram momentos de lazer e de aprendizagem durante a visita à Expo; conteúdos serão complementados em sala de aula
Crianças e adolescentes tiveram momentos de lazer e de aprendizagem durante a visita à Expo; conteúdos serão complementados em sala de aula | Foto: Marcos Zanutto


O sol forte e a temperatura em torno dos 30 graus não tiraram o ânimo de crianças e adolescentes de escolas municipais e estaduais de Londrina e região que visitaram o Parque de Exposições Ney Braga, nesta segunda-feira (3). Elas passaram pelos pavilhões de animais, estandes da Copel e Itaipu, Fazendinha e parque de diversões. A organização da feira espera receber, até sexta (7), entre 15 e 20 mil estudantes e grupos de idosos. A visita das escolas é uma ação social da Sociedade Rural do Paraná (SRP), que tem função pedagógica, e ocorre todos os anos. A entrada é gratuita.

Vinte e oito alunos da Escola de Educação Especial Santa Rita (Apae) chegaram por volta das 14h30 e passearam pelas diversas atrações do parque. Militares se encarregaram de ajudar os cadeirantes no deslocamento pela feira. Para a professora Inês Aparecida Broco, a visita é importante para que os estudantes especiais possam interagir socialmente. "Senão, eles ficam à parte do mundo", comentou. Para ela, a ajuda dos militares fez toda a diferença. Depois da visita, o grupo tinha um lanche programado no estande da Cativa.

A Escola Dom Quixote levou uma turma de crianças de 5 a 12 anos para conferir as atrações da feira. A professora Jaqueline Hisae Ibe informou que após a visita os assuntos que os alunos viram – como animais e eletricidade, por exemplo - serão trabalhados em sala de aula. Para Artur, de 7 anos, o que mais chamou atenção foram os cabritos. Já o Nícolas, 7, gostou de ver os bois, peixes e ovelhas. A Geovanna, 9, se interessou pelas artes e os bichos. "Gostei das ovelhas, por causa da maciez delas", contou. O Victor, 11, que quer ser biólogo, se encantou pelos animais.

Quem também passou pela ExpoLondrina ontem foram os integrantes do projeto social Meprovi Pequeninos, de 6 a 13 anos. Uma turma, de 31 crianças foi pela manhã, e outra, de 26, à tarde. A professora voluntária Jéssica Lima disse que depois da visita todos vão desenvolver um projeto de sustentabilidade. Yasmin, de 10 anos, achou interessante o trenzinho movido a energia solar exposto na maquete da Fazendinha. A Naiane, 9, gostou de aprender um pouco mais sobre os alimentos. "Quando eu crescer, vou estudar gastronomia", justificou.

Duzentos e vinte estudantes do Colégio Estadual Professora Rina Maria de Jesus Francovig, entre 11 e 15 anos, também passaram pela Expo. "É a primeira vez que eu venho", contou, animada, Bruna Eduarda, de 11 anos. Além de ver os animais, ela experimentou dois brinquedos do parque de diversões. "Eu nunca tinha ido num parque assim", disse. Já o aluno do Colégio Estadual Professora Beahir Edna Mendonça, João, de 13 anos, gostou de ver os pequenos animais. "Também vi um touro muito grande", contou.

Segundo a organização da ExpoLondrina, 50 escolas serão atendidas diariamente, a partir das 8 horas. Para participar dos passeios, que deve ser supervisionado pelos professores, as escolas se inscreveram previamente. Durante as vistas, o parque de diversões vai operar com preços diferenciados – entre R$ 6 e R$ 8. Os alunos das Apaes poderão usar os brinquedos gratuitamente desde que apresentem um ofício com a solicitação.

mockup