Um eventual ataque maciço dos Estados Unidos a um país árabe, como reação às ações terroristas de anteontem, pode provocar um novo choque nos preços do petróleo como no caso da Guerra do Golfo, em 1991 , principalmente se outras nações islâmicas se sentirem atingidas. Porém, se os americanos optarem por um ataque cirúrgico, atingindo apenas os culpados pelo terrorismo sem grande envolvimento de países, as alterações no mercado não deverão ser tão fortes. Previsões sobre o movimento dos preços do produto, neste momento, no entanto, são consideradas exercícios de futurologia pelos analistas. Na terça-feira, com as reações guiadas pela emoção e pelo choque do ataque, os preços subiram passando de cerca de US$ 28 por barril para mais de US$ 31 por barril. Ontem, o mercado se acalmou um pouco e os preços recuaram para o patamar de US$ 28. A queda no preço pode indicar que os mercados internacionais estão acreditando mais na possibilidade de um ataque cirúrgico. Importante: no dia 5 de outubro, o governo brasileiro anuncia reajuste dos combustíveis e o índice vai refletir a variação no mercado internacional do petróleo.

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