Pequenos gastos e novas despesas
Gastar menos do que se ganha é o fundamento básico das finanças pessoais. Para chegar lá, os especialistas recomendam atenção redobrada para alguns detalhes que muitas vezes passam desapercebidos pelo consumidor.
A começar pelos chamados pequenos gastos. "É aquele dinheirinho que você saca da conta e, de repente, não sabe onde foi parar. Foi para o lanchinho do fim da tarde, para a banca de jornal, para a loja de 1,99", exemplifica Marise.
Somados, esses trocados que gastamos aqui e ali podem causar vários tipos de arrepio. "O que eram apenas R$ 5 por dia, viram R$ 150 por mês e passam dos R$ 1.800 no fim do ano", diz Smirdale. "É quase um décimo terceiro salário gasto em coisas provavelmente supérfluas", arremata Marise.
Bens que geram outras despesas também são um perigo para a saúde econômica. Principalmente o carro, hoje financiado a perder de vista. "Você acha que aquela prestação cabe no seu orçamento, mas não lembra que tem de pagar seguro, IPVA, manutenção, combustível, etc.", alerta Smidarle.
O palestrante sugere, em último caso, a venda de bens para equacionar as contas. "O importante é pagar a dívida. Isso não quer dizer que a pessoa não possa comprar aquilo de novo". (O.G.)





