O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que o partido vai entrar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) no Paraná, já que o departamento foi criado por meio de decreto, ao invés de projeto de lei aprovado na Assembléia Legislativa.

A ação pedetista ocorre após o Gaeco investigar integrantes do partido e pessoas ligadas à administração do prefeito Barbosa Neto em caso de propina oferecida ao vereador Amauri Cardoso (PSDB). Entre os indiciados estão o coordenador de campanha do PDT em Londrina, Marco Cito, e o ex-presidente do diretório municipal do partido, Roberto Coutinho.

"Aqui em Londrina, a ação do Gaeco é mais político-eleitoral do que de combate à corrupção", defendeu Lupi, durante entrevista coletiva na tarde de hoje (21). O presidente PDT acusou o Gaeco de "misturar" interesses do Executivo com o Judiciário.

Questionado sobre por que o PDT não entrou com o Adin anteriormente, Luppi respondeu: "Só agora está tendo uma ação política na cidade de Londrina. A gente se sentiu afetado".

Sobre a acusação de campanha antecipada durante panfletagem e ato público em favor do prefeito Barbosa Neto, Luppi disse que são atos de solidariedade em prol do prefeito de Londrina, respeitando o período eleitoral. "As acusações e denúncias dos adversários também não são político-eleitoral? Toda ação tem reação", rebateu.

Com informações do Portal Bonde.

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