Todos os dias, os agentes de saúde de Campo Largo têm que enfrentar os solavancos e atoleiros da Estrada do Cerne para chegar até a Unidade Básica de Saúde (UBS) do distrito de São Silvestre, 70 quilômetros distante da área urbana do município. Os deslocamentos, principalmente em tempo de vacinação, como acontece agora contra a gripe A (H1N1), são fundamentais. Se ficarem no posto, as doses, que devem estar sempre refrigeradas, podem estragar por conta das constantes quedas de energia que acontecem em São Silvestre. Quando tem encalhe ou queda de barreira, eventos não raros nesse trecho da ‘‘Estrada da Liberdade’’, os técnicos fazem de tudo para manter o material refrigerado. Na situação acompanhada pela FOLHA, os agentes atravessaram o atoleiro a pé e trocaram de carro, aproveitando um veículo da prefeitura que estava do outro lado do caminhão atolado. (W.S.)

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