Participação reduzida no ranking do consumo
Polo de uma região de mais de 1,1 milhão de habitantes, Londrina perdeu participação no ranking nacional de consumo neste ano. É o que revelou o último IPC Maps, estudo produzido pela IPC Marketing Editora. No ano passado, a cidade aparecia com 0,35712% do consumo brasileiro, na 36ª posição do ranking. Neste ano, baixou para 0,31656% (-11,25%), caindo para o 42º lugar.
Além de Londrina, Curitiba e Maringá estão no ranking das 50 cidades de maior consumo no Brasil. No ano passado, a capital tinha 1,43987% da participação nacional e passou a 1,53727% - aumento de 6,76%, mantendo o 6º lugar no ranking. Maringá teve aumento de 4,8% na participação - de 0,29022% para 0,30425%, subindo um posto na lista, de 45º para 44º.
Os londrinenses vão consumir neste ano R$ 10,326 bilhões. Do total, 23%, ou R$ 2,430 bilhões, serão gastos em "manutenção do lar"; 22% (R$ 2,291 bilhões) em "outras despesas" e 9,5% (R$ 981 milhões) em "alimentação em domicílio".
Os materiais de construção vêm em quarto lugar na lista dos que mais serão consumidos em 2014. O IPC Maps estima que serão gastos R$ 9,028 milhões com esses produtos. O valor que deverá ser destinado às oficinas mecânicas e elétricas também é bem alto: R$ 5,869 milhões. Os londrinenses vão gastar R$ 4,181 milhões comendo fora e R$ 3,330 milhões nas farmácias.
O vestuário é o 8º item entre as prioridades de consumo em Londrina, com R$ 3,239 milhões. Depois, vêm as "outras despesas com saúde", com R$ 3,002 milhões. Em viagens, devem ser gastos R$ 2,265 milhões.
Na Capital, serão consumidos R$ 50,147 bilhões neste ano e, em Maringá, R$ 9,924 bilhões.
O economista e professor universitário, Márcio Massaro acredita que a queda de participação de Londrina no consumo tem a ver com a conjuntura nacional. "Neste ano, a perspectiva é que o setor de serviços cresça menos que os outros. E Londrina vive de serviços", declara. (N.B.)






