Alberto Nolli conseguiu um emprego na seção de divulgação da UEL "no finzinho de 1972, com 13 para 14 anos". Seu amigo Gustavo Branco Júnior chegaria logo a seguir, recomendado pela madrinha Rosa Leal, lá empregada.

Atualmente, Alberto e Gustavo são sócios da DN Conectividade, eram um dos chamados "moleques" do campus: trabalhavam na Universidade e recebiam meio salário, preservado o horário escolar. Eram office-boys num ‘‘departamento’’ com uma copiadora xerox e um mimeógrafo. Naqueles tempos, era difícil chegar lá quando chovia. Automotores não venciam o barro e o jeito era atalhar, a pé, por dentro de cafezais.

Certo dia, quando o reitor Ascêncio Garcia Lopes precisou de um garoto exclusivamente para o gabinete, as atividades de Nolli mudaram. Leia mais na matéria de Widson Schwartz.

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