Outro projeto também utiliza os resíduo de construção e demolição (RCD) combinados com geossintéticos (materiais sintéticos utilizados na construção civil) criando uma solução ágil e resistente para as estradas não-pavimentadas. Desenvolvido pela doutoranda Ivonne Góngora, do Programa de Pós-Graduação em Geotecnia do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília (UnB). O material geossintético aumenta a capacidade da estrada de suportar a passagem de veículos, tornando-a mais duradoura e reduzindo custos de manutenção.
Dar utilidade ao resíduo da construção e demolição (RCD) foi a ideia do estudante Gilson Barros, outro finalista do Prêmio de Projetos Inovadores. O material é triturado para se transformar em blocos de cimento, batizados de Eko-Blocos. O material substitui a areia e a brita, que deixam de ser extraídos do meio ambiente. O bloco pode ser usado em calçadas e estacionamentos por onde passam veículos leves, por exemplo. Barros é aluno do curso de Tecnologia em Controle de Obras do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso (IFMT).
Vem do Rio Grande do Sul um trabalho de grande contribuição à área de saúde. Trata-se de uma cadeira de rodas controlada pelos movimentos da coluna cervical. O projeto segundo o estudante Oscar Mattia Neto, um dos autores, visa atender a cadeirantes tetraplégicos, e foi desenvolvido por ele junto com Emílio Batista no curso de graduação em Engenharia Elétrica da Universidade de Caxias do Sul (UCS)