Quem é fã da cultura e da língua japonesa também pode se interessar pelos convênios que a UEL possui com grandes universidades do Japão, por meio do Núcleo de Estudos da Cultura Japonesa (NECJ). Entretanto, é preciso dominar bem a língua e ter boas notas – entre as exigências das instituições de ensino daquele país está o certificado de proficiência na língua. O aluno também não pode ter reprovações.
O intercâmbio dura um ano. No Japão, os alunos brasileiros fazem um semestre de curso sobre a cultura e a língua japonesa, e no semestre seguinte, assistem a aulas do curso e disciplina que desejarem.
Os intercambistas brasileiros ganham bolsa para irem ao país com porcentagem correspondente ao seu desempenho na seleção. Caso tenham tido bom desempenho, a bolsa é de 100%. "O intercâmbio amplia a visão de mundo e a comunicação interpessoal fica mais atraente, mais leve, ainda mais no Brasil, que é um país multicultural, multiétnico. Quem sabe um idioma vale por um, quem sabe dois, vale por dois e assim por diante", destaca a diretora do NECJ, Estela Okabayashi Fuzii. Para ela, a experiência do intercâmbio aumenta as chances no mercado de trabalho, tanto aqui quanto no Japão. (M.F.C.)

mockup