Obras devem criar caminhos alternativos
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terça-feira, 07 de agosto de 2007
Equipe da Folha 
As obras da Linha Verde, que estão na primeira fase de implementação em Curitiba, irão beneficiar 22 ruas que passam por vários trechos da cidade, segundo garante a prefeitura. Além do eixo principal de transporte, que melhorará a integração entre os bairros, várias vias estão sendo construídas e reformadas, proporcionando caminhos alternativos de transporte evitando assim congestionamentos nas vias principais. As informações são da Assessoria de Imprensa da prefeitura.
Foi o que aconteceu nas ruas Zenon Silva e Roberto Faria e em suas paralelas, as ruas A. Melillo e Antonio Bariquelo de um lado da BR, no bairro Fanny, e da Oliveira Viana e Professor João Soares Barcelos, do outro lado da rodovia, no Hauer. Essas vias foram reformadas, receberam nova sinalização e agora passarão a integrar o binário que vai transpor a Linha Verde. Elas permitirão o deslocamento do bairro Boqueirão ao Pilarzinho sem precisar passar pela Avenida Marechal Floriano, uma das mais movimentadas da capital.
Nesta primeira etapa, a Linha Verde terá quatro binários de ligação que possibilitarão a união entre bairros que hoje são separados pela BR 116. Esses binários são ligados às estações tubo São Pedro, Santa Bernadethe, Fanny e PUC. Além destas, a avenida terá, neste mesmo trecho, outras quatro estações de embarque e desembarque de passageiros. Essa fase do projeto terá 9,4 quilômetros entre o Pinheirinho e o Jardim Botânico. O valor do investimento é de R$ 121 milhões, parte desse valor é financiado pelo Banco Interamericano do Desenvolvimento (Bid)
Segundo a assessoria da Prefeitura de Curitiba, além dos binários, novas ruas estão sendo abertas e outras ampliadas para melhorar o fluxo do trânsito. No bairro Hauer, a Rua Anne Frank, paralela à Marechal Floriano, será estendida até ligar-se à Rua Aluízio Finzetto, uma via de trânsito rápido que segue em direção ao Centro da cidade. Com isso, outro caminho será aberto.


