O mundo está cada vez menor
Para algumas pessoas, o clima festivo e a forma de relacionamentos mais quentes do brasileiro, e dos latinos em geral, não fez muita falta. É o caso do economista Marco Sterza, 38 anos. Nas duas ocasiões em que morou na Europa, a primeira por dez anos na Itália, e a segunda por mais cinco na Inglaterra, ele conta que não encontrou dificuldades em se adaptar. No começo, até você entender as culturas daqueles países, tudo parece um pouco estranho. Mas, na verdade, o mundo está cada vez menor: as pessoas parecem todas iguais, só mudam os endereços, diz ele. Para falar a verdade, às vezes a afetividade extremada do brasileiro até incomoda: entra naquela coisa de bisbilhotar a vida alheia.





