Histórias de amor regadas a Champagne se tornaram lugar comum em Hollywood. Nada mais inspirador. Comer morangos e ao mesmo tempo saborear o ‘‘vinho do pecado’’ ou beber Champagne no sapato da mulher amada são cenas típicas que entraram para a memória dos cinéfilos ou para a história do cinema.
Marilyn Monroe se rendeu às artes de Tony Curtis no iate do filme ‘‘Quanto Mais Quente Melhor’’, graças ao Champagne que estava em cena. Grace Kelly tomou um pileque de classe, após muitas taças de Champagne, no ‘‘Alta Sociedade’’, seu último filme antes de se tornar a princesa de Mônaco. Mas o mito não se encerra nas telas.
O Champagne também foi considerado durante muitos séculos como a bebida da nobreza. Frederico, o Grande, da Prússia, por exemplo, a utilizava para preparar seu café diário. Champagne em ebulição no lugar da água fervendo era a extravagância da época.

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