O fascínio, a sedução Carolina Avansini A sensação de ser única talvez explique o fascínio das mulheres pelas jóias e perfumes. Independente da idade ou classe social, elas se derretem com esses presentes escolhidos para combinar com cada personalidade. Desde os mais caros até os acessíveis a todos os bolsos, esses produtos assumem condição de exclusividade entre outras lembranças, porque exigem maior sensibilidade na hora da escolha. ‘‘As jóias estão presentes na história da humanidade desde os mais remotos tempos. O homem primitivo já adornava seu corpo com conchas, dentes, ossos, sementes e pedras fáceis de trabalhar’’, explica Adriana Diez, proprietária de uma joalheria em Londrina. No antigo Egito, passaram a ser utilizadas pelas mulheres para embelezar e proteger dos maus fluídos. Pela sua preciosidade, agregam raridade às pessoas que as usam, tornando-as diferentes e especiais. Hoje em dia, a questão estética é preponderante na escolha da jóia, mas a procura por essas peças continua acontecendo pela vontade de sentir-se única. A nobreza e a beleza da jóia transmitem uma mensagem implícita: quem as recebe torna-se tão nobre e bonita quanto ela. Por isso agradam tanto às mulheres. As novas tecnologias possibilitaram um grande avanço no design das peças e, hoje, o mercado oferece opção para todos os gostos. ‘‘É possível encontrar desde peças tradicionais até as vanguardistas e antenadas com as mais recentes tendências. E o que é melhor, com alternativas nos mais variados preços’’, ressalta Adriana. Os perfumes também ocupam espaço cativo entre os presentes que carregam essa aura mística de identificação com a personalidade. Os especialistas ensinam que cada mulher exige um perfume único, adequado à suas características físicas e maneira de ser. Descobertos quando o homem percebeu que alguns arbustos e resinas exalavam intenso aroma em contato com o fogo, são tradicionalmente usados para encantar e seduzir os que estão ao redor.