Fundação O Boticário de Proteção à Natureza vence na categoria institucional







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No ano passado a empresa O Boticário foi uma das ganhadoras do Prêmio Aberje Regional dentro da categoria Serviço de Atendimento ao Consumidor. Este ano, a empresa inscreveu um novo case, agora na categoria Projetos Institucionais, onde foi premiada por seu trabalho com a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, que representa a materialização da profunda preocupação da empresa com a questão ambiental brasileira.
A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza tem sete anos de atividades no Brasil. Durante este período, foi responsável pelo financiamento de mais de 440 projetos ambientais em todo o País, totalizando um investimento de R$ 3,3 milhões. Hoje, a Fundação é reconhecida no Brasil e no exterior pelo trabalho que desenvolve.

DivulgaçãoOs objetivos da Fundação O Boticário são bem definidos: colaborar para a conservação do meio ambiente e da natureza; firmar convênios com outras fundações ou entidades afins; estimular e promover trabalhos e pesquisas sobre ecologia; promover a arborização urbana, patrocinar e promover estudos de flora e fauna; preservar os refúgios da vida silvestre, reservas biológicas, parques nacionais e outras unidades de conservação; recuperar áreas degradadas; patrocinar campanhas de conscientização ou mobilização da sociedade para a preservação de sítios ecológicos.
Dentro desses objetivos, a Fundação desenvolveu seu Programa de Incentivo à Natureza, que por sua vez divide-se em três sub-programas: Unidades de Conservação, Pesquisa e Proteção da Vida Silvestre e Áreas Verdes.

DivulgaçãoAlém desse trabalho, a Fundação O Boticário iniciou em 94 mais um programa, o de Áreas Naturais Protegidas, que tem por objetivo adquirir áreas que tenham um significativo remanescente natural, para que assim se mantenham e que possam ser conhecidas por futuras gerações. A primeira área está localizada em Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná, que já foi reconhecida, de acordo com a legislação brasileira, como Reserva Particular do Patrimônio Natural.
FuncionamentoAdministrando verba própria, originada de parcela dos lucros da empresa e de outras contribuições, a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza tem uma estrutura operacional que reduz ao mínimo o custo de funcionamento. Na sua estrutura estão voluntários, garantindo assim que os recursos sejam aplicados no objetivo fim e não consumidos na atividade gerencial.

DivulgaçãoO órgão de decisão superior da Fundação é o Conselho de Administração, composto de três diretores da empresa e quatro conselheiros convidados entre pessoas de reconhecida formação nas áreas de conservação da natureza, pesquisa científica e administração pública. Também são colaboradores voluntários mais de 80 consultores especialistas, a maioria com nível de mestrado e doutorado, que são chamados a dar pareceres em processos que envolvam temas específicos.

DivulgaçãoO esforço da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza já garantiu a preservação do Salto do Morato e outros ‘‘cartões postais’’ do Paraná e do BrasilCritérios pré-estabelecidos identificam o mérito e a viabilidade técnico-financeira das propostas, levando-se em conta a relação custo-benefício em termos de resultados esperados. Esse processo exclui a Fundação do trabalho direto em campo, ficando este a cargo de instituições conservacionistas estruturadas para isso e de técnicos ou pesquisadores, individualmente. Um calendário semestral define os prazos de recebimento e julgamento de projetos, encaminhados em formulários apropriados.
Outras atividadesAlém do financiamento de projetos, a Fundação O Boticário tem outras atividades. Uma das mais importantes é o gerenciamento da Central de Reciclagem da empresa, para onde vão todos os materiais reutilizáveis gerados pela fábrica e pelos escritórios. São recebidos mensalmente 25 toneladas de papel e papelão, seis toneladas de plástico e 1,5 tonelada de vidro.
Os benefícios gerados por este trabalho são vários. Além de poupar recursos naturais, o material reciclado é utilizado na produção de material escolar (cadernos e estojos escolares), que são distribuídos em escolas públicas, e brinquedos feitos de rejeitos reciclados que são distribuídos a crianças carentes.
As publicações técnico-educativas também merecem especial atenção da equipe da Fundação, onde se procura divulgar práticas ecológicas e descrição de ações para a preservação de espécies. Entre eles, pode-se citar a ‘‘Coletânea da Legislação Ambiental de Curitiba’’, ’’Observando Aves em Curitiba’’ e ‘‘Mamíferos Marinhos do Sul do Brasil’’.

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