NOVAS PROFISSÕES - Tecnólogo amplia mercado
Entre as profissões que ganharam impulso por conta das novas demandas ambientais está a de tecnólogo em meio ambiente e saneamento ambiental. O profissional dessa área é capaz de elaborar sistemas e redes de água, esgoto, lixo industrial e doméstico e de monitorar a qualidade do ar, da água e do solo. Pode ainda projetar e acompanhar a construção de redes de drenagem em locais com risco de enchentes e implantar tecnologias para diminuir a poluição.
O salário médio inicial é de R$ 2 mil e as oportunidades de emprego encontram-se principalmente no setor público sancionada em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305) obriga os municípios a elaborar planos municipais de gerenciamento de resíduos, trabalho no qual a presença do tecnólogo em meio ambiente é imprescindível.
O mercado de trabalho alcança também órgãos e agências ambientais, além do setor privado. Indústrias, hospitais, empresas de consultoria e estações de tratamento de água e esgoto precisam desse especialista para tratar e destinar corretamente os resíduos.
Formado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), Felipe Monteiro diz que o campo de atuação tende a aumentar. "O mercado de trabalho nessa área está crescendo. Acredito que daqui a alguns anos as profissões na área ambiental vão estar cada vez mais em alta, pois a fiscalização está ficando cada vez mais rigorosa e a sociedade em geral está mais consciente em relação ao meio ambiente", afirma.
Letícia Marin, também formada pela UEM, que oferece o curso no campus de Umuarama, se considera capacitada para atender às demandas atuais de saneamento ambiental e de gerenciamento de resíduos. "O que mais me motivou a fazer Tecnologia Ambiental foi a oportunidade de contribuir de alguma forma com a preservação dos recursos naturais existentes em nosso planeta e a promessa de crescimento da área", conta.






