E não é que a sexagenária e frondosa mangueira do Santuário de Schöenstatt, que fica no pátio do Colégio Mãe de Deus, no centro de Londrina, neste 2012 está carregada de frutas em pleno mês de abril?

E não é porque a velha árvore esteja caducando que produziu mangas cerca de três meses depois da época, pois o fenômeno está sendo observado em toda a região norte do Paraná.

No caso da árvore frutífera citada, há os que atribuam o fenômeno a um milagre da Mãe Peregrina de Schöenstatt – culto à Virgem Maria iniciado na Alemanha e que tem como sede nacional a capela de Londrina. Para o agrônomo Nilson Ladeia de Carvalho, 53 anos, a frutificação temporã, na verdade, tem a ver com as variações climáticas em curso no planeta Terra, nosso endereço no Universo.

Segundo Carvalho, a Manga Rosa (Mangífera indica L.), bem como as demais variedades, produzem os frutos entre os meses de novembro, dezembro e janeiro, ou seja, desde o final da primavera até o apogeu do verão. Por isso, a produção no outono, iniciado em 20 de março, tem chamado a atenção de pesquisadores e apreciadores da fruta.

Leia reportagem completa em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

mockup