A indústria Renault, fundada em 1899 na periferia de Paris, foi a primeira a fabricar automóveis na França. Seu idealizador foi o engenheiro Louis Renault, que aos 21 anos de idade montou uma oficina no pátio de casa para começar a realizar seu sonho, que era o de construir um carro.
Nove anos mais tarde, ele finalmente pôs em prática a idéia e criou o modelo Voiturette tipo A. Dois anos mais tarde, a fábrica já contava com 110 funcionários.
A produção atingiu 10 mil carros por ano em 1910, quando já circulavam por algumas cidades européias táxis e ônibus Renault. Durante a Primeira Guerra Mundial, a empresa chegou a fabricar tanques de guerra e aviões que foram usados pelos franceses.
Em 1969, a produção da indústria bateu recorde com uma capacidade anual que ultrapassava um milhão de veículos. Dois anos depois, a fábrica começou a formar parcerias empresariais. A montadora fechou um acordo com a também francesa Peugeot e com a sueca Volvo para a produção de motores.
A expansão das parcerias chegou aos Estados Unidos em 1978, com as norte-americanas American Motor Corporation (AMC) e Mach-Trucks. A participação acionária com a AMC foi vendida em 1987.
A montadora está atualmente entre as dez maiores fábricas automobilísticas do mundo e ocupa o terceiro lugar na Europa, ficando atrás somente da Volkswagen e da Fiat.
A Renault tem 46 indústrias, sendo 23 na França, nove no restante da Europa, 14 espalhadas pelo mundo. Na América Latina, haviam somente duas unidades: uma na Colômbia e outra na cidade de Córdoba, norte da Argentina, que exporta carros para o Brasil.
Do total que a empresa fatura, 75,9% vem do ramo de automóveis e 16,3% do ramos dos veículos utilitários. O grupo fatura ainda 5% no setor financeiro e 2,8% com empresas industriais.

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